Segunda-feira
Segunda-feira. Não dormi. A noite inteira à espera do sono, ouvindo Beirut.
Sempre as mesmas recordações da saída, o portão enferrujado que não se abre, e eu, quieto, no meio da bruma como transparência volátil. A vontade de olhar para trás. E o portão que não se abre.
Não dormi e o portão continua fechado.

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